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Essa é a minha verdade.....
Buena... Continuo péssima. Vou lá mais tarde. A garganta so piorou.
Sonhei que estava com o Ariel deitada no meio de uma pista de corrida, percebendo que era tudo feito de plástico... Comentamos que ainda bem que era de plástico senão teríamos sujado as roupas e as sacolas (?)... Era um dia lindo e a gente queria ir tomar sol, estávamos com roupa de banho por debaixo do jeans, então eu fui só rapidinho até um banheiro pra colocar um short. De alguma forma a nossa intenção de ir para a piscina mobilizou uma galera, pois logo tinha muita gente sentada nos apressando dos bancos, dizendo que só estavam esperando a gente. O céu estava aberto, azulzinho. Só que quando finalmente tudo estava pronto e a gente podia tomar o caminho, o céu fechou completamente, do nada, com aquele cinza chumbo que não demonstra a menor possibilidade de abrir, pelo menos não nos próximos dias. E a galera nos bancos ainda passando protetor solar (fator 5 e 7, o que já devia ter me alertado de que isso era um sonho).
O que mais me impressiona foi que eu só sonhei com isso. Sério, não sonhei mais nada. Nada do que era de se esperar. Acordei sentindo que deu algum estalo la dentro e eu perdi completamente o vinculo com alguns fatos e pessoas. Depois eu entendi... e lembrei... Que as metáforas são perigosas e não se deve brincar com elas.
Escrito por Deka às 10h33
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Oh well, whatever, nevermind.
... Era hora de relaxar, de deixar que aquele desejo simples o orientasse. Apesar das acusações. Apesar das recriminações. Apesar dos julgamentos. Aprenda - ele disse a si próprio - a viver, antes de morrer, fora da jurisdição do irritante, repugnante e ridículo sentimento de culpa dessa gente.
E não foi até então, quando tomou a decisão, que veio a seu conhecimento o fato (já subliminar, no inconsciente de sua mente) de que, estando disposto a tomar tal decisão, a tal "missão" do acontecimento já havia sido atingida. Tentou se agarrar às bases daquilo que o seduzira com uma firmeza, e de tal forma as próprias forças naturais da realidade não tiveram outra escolha que não arrancá-lo à força de lá e obrigá-lo a trilhar o caminho destinado a ele. Cabisbaixo e talvez confuso. Mas encaminhado, e bem encaminhado.
Nada dura, e no entanto nada passa, tampouco. E nada passa justamente porque nada dura.
Escrito por Deka às 16h18
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